Jorginho contou as dificuldades que o abrigo enfrenta para manter os residentes. “O que o governo nos dá não é suficiente, cerca de 40% das despesas são custadas por doações, pois, os remédios que precisamos comprar são muito caros e há custos diários com higiene pessoal e outros itens importantes”, explicou.
O Abrigo de Excepcionais de Ceilândia atende hoje a 64 pessoas, oriundas de diversas situações, inclusive abandonadas pelos familiares. Entre os itens de maior necessidade, além dos remédios estão aqueles de higiene pessoal, como fraudas, condicionador, desodorante, álcool, e etc. Sensibilizados com a situação e dispostos a ajudar, alguns alunos começaram a arrecadar esses itens para doar ao abrigo, além de já planejarem visitas ao local.
Quem também quiser realizar doações ou visitar o abrigo basta ligar para 3585 1905 ou ir pessoalmente ao local, que fica na QNR 17- ao lado do SESC.


