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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Crônica: O otário da vez

Tema recorrente nas rodas de amigos nos últimos dias, ela é a polêmica em questão: A lei seca. A redução na tolerância de álcool no sangue permitido para quem assume o volante levanta várias questões e faz surgir um personagem: É o amigo da vez. Esse cara que fica sem beber enquanto os amigos bebem tudo o que podem e o que não podem toma o volante no fim da noite para deixar todos os beberrões em casa.

Como brasileiro adora sacanear uns aos outros e não perde tempo para isso, o prestativo ou nem sempre tão prestativo, amigo da vez recebeu um novo apelido: Otário da vez.

Eu fico pensando, quem será o verdadeiro otário? O cara que deixa de beber uma única noite? Não que isso vá fazê-lo deixar de se divertir. Ou o Mané que bebe todas, sai dirigindo e mete o carro no primeiro poste que encontra pela frente? Isso quando não fere ou mata quem não tem nada a ver com a história. Palmas e um troféu para o amigo da vez, a próxima noite é toda sua meu rapaz, beba à vontade.

Criando perfis

Na intenção de tornar sua página cada vez mais parecida consigo, fazendo jus à usada expressão perfil, os integrantes de sites de relacionamento da internet recheiam seus “profiles” das chamadas comunidades virtuais. São locais criados por participantes para compartilhar com outros membros com gosto afim determinado assunto.

Essas comunidades tratam de temas banais como odiar ou amar algo irrelevante, ou de coisas saudáveis como a preferência por determinado filme, música ou ídolo. Ao partilharem fóruns, enquetes ou debates, os participantes das comunidades têm a oportunidade de expressar sua opinião, é um espaço aberto e democrático.

Os membros dos grupos explicam que ao preterir por uma comunidade em particular estão expressando sua personalidade. É o caso da estudante Janaína Ferreira de 16 anos, a moça alega que só participa de comunidades que tenham a ver com ela, “Todas as 150 comunidades que tenho no meu perfil tem alguma ligação com quem eu sou”, afirma a garota.

Essa tal de Internet

Um fenômeno domina a nossa atual realidade: Somos incapazes de viver sem a tal da Internet. Não há nada mais democrático atualmente do quê a inclusão digital. Crianças cada vez mais novas, idosos dos mais tradicionais e adultos das mais diversas idades se rendem a cada dia a essa febre que é a rede mundial de computadores.

Poderia afirmar até que nas variadas atividades do cotidiano nos tornamos escravos da utilização da rede. Desde uma simples verificada em uma receita para o almoço, passando pela conferência do extrato bancário e até fazendo compras sem sair de casa. Não há dúvidas da comodidade que existe na utilização desse meio, porém, é preciso prudência para que atos indispensáveis para a nossa socialização, como sair para conversar com amigos e namorar pessoas “reais” não se tornem pura virtualidade.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A pirataria e o fim do mercado fonográfico brasileiro

A cena é comum, todos os dias milhares de camelôs se amontoam por ruas e vielas das grandes capitais do Brasil para vender as novidades musicais nacionais e internacionais. Impulsionados pelo alto preço dos Cd’s e pelo baixo poder aquisitivo da maioria da população brasileira, fazem das cópias ilegais a alegria do povo assalariado.

Novas tecnologias foram criadas para tentar, em vão, combater esse problema. Em função disso, gravadoras diminuíram seus investimentos em novos artistas, apostando em nomes consagrados para manter o equilíbrio financeiro. Especialistas, inclusive, já apontam o velório do Cd.

Alguém, no entanto, vai pagar a conta da pirataria. O governo perde na arrecadação de impostos, os artistas perdem no recebimento dos direitos autorais, as gravadoras perdem no retorno do investimento feito e a população perde no retrocesso da cultura brasileira.



domingo, 17 de agosto de 2008

Mattel faz recall de brinquedo

A fabricante de brinquedos Mattel anunciou no último dia 07 de agosto um recall para o brinquedo “Panelas e potes – Aprender e brincar” da linha Fisher-Price. Estima-se que foram vendidas 41 mil unidades do produto em todo o mundo entre outubro de 2007 e agosto de 2008. No Brasil são 3.534 peças.
Feito para crianças de seis meses a três anos, o brinquedo é formado por um conjunto de panelas, em alguns lotes, um exemplar de cor azul não possui parafusos no fundo, com isso algumas bolinhas que ficam em seu interior podem se soltar e ser ingeridas pelas crianças.
A Mattel do Brasil disponibilizou o telefone 0800 77 01207 e o website www.recallmattel.com.br para prestar esclarecimentos aos consumidores. Segundo a empresa, os atendentes estão preparados para orientar os consumidores sobre detalhes do recall, identificação do produto em questão e procedimentos para eventual troca ou reembolso.

domingo, 10 de agosto de 2008

Porque amamentar faz bem

Criar imunidade contra inúmeras doenças e proporcionar um crescimento saudável para o bebê através do aleitamento materno. Com o intuito de tornar essa prática uma obrigação para as mamães, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) promoveram na última semana, entre os dias 01 e 07 de agosto, a Semana Mundial de Amamentação. A campanha que esse ano teve o tema “Nada mais natural que amamentar. Nada mais importante que apoiar”, visa estimular o apoio de parentes e outras pessoas do convívio da mãe para que o período de amamentação transcorra sem problemas.
A Semana é comemorada desde 1992 em cerca de 120 países, porém no Brasil já existe há 27 anos uma política de aleitamento materno. Segundo dados do Ministério da Saúde o país tem a maior rede de banco de leite materno do mundo. A existência de postos de coleta de leite é de suma importância para que mães com pouco ou nenhum leite tenham acesso ao produto, a oferta do material nos bancos de leite não oferece nenhum risco para o bebê, tendo em vista que todo leite materno doado é pasteurizado antes de ser servido. Especialistas recomendam que nos primeiros seis meses de vida a criança só seja alimentada por leite materno, não sendo necessário nem a ingestão de água.
Bancos de leite no DF
O Distrito Federal dispõe de vários bancos de leite, o Hospital de Ceilândia (HRC) é um dos hospitais da rede pública que recebe doações. A vendedora Marly da Silva, hoje com um filho de 2 anos e grávida novamente, diz que em sua primeira gravidez teve muito leite e resolveu procurar o hospital para fazer sua doação. “Acho muito importante doar, se eu tenho em excesso e outras pessoas precisam não custa nada fazer a minha parte”, afirma. Segundo a coordenadora do banco de leite do HRC a enfermeira Derlaci, no momento o posto de coleta do hospital passa por reformas. As doações estão sendo encaminhadas para o Hospital de Taguatinga (HRT), que possui o maior banco de leite do DF.